Essa data hoje tão lembrada, também traz um momento de reflexão para as situações de emergência que uma edificação pode sofrer e as pessoas com deficiência que a habitam.
Pouco se sabe sobre as pessoas com deficiência que morreram no atentado às Torres gêmeas em NY de 11 de setembro de 2001. Alguns relatos foram levantados e divulgados. E as pessoas que sobreviveram, sobreviveram graças à procedimentos pré-definidos, tecnologias adotadas e a consciência dos demais ocupantes dos edifícios.
Logo após a apuração das eleições de 2010, a Folha de SP foi averiguar como andava (ou não andava!) a acessibilidade da Câmara, do Senado, do Palácio do Planalto, do STF (Supremo Tribunal Federal) e do MEC (Ministério da Educação), motivados pelo mandato de três novos deputados cadeirantes: Mara Gabrilli (PSDB-SP), Rosinha da Adefal (PT do B-AL) e Walter Tosta (PMN-MG).
Vários problemas foram verificados no teste, e na Câmara, nova casa dos três, a principal barreira são alguns degraus no acesso da tribuna e da Mesa Diretora.