No último dia 24 de maio foi lançado o Gabinete Digital do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, atitude que se soma a outras tantas pelo mundo, com pretensão de aproximar governo e sociedade mediados pela internet. Mas será que é possível qualificar a política pública com o uso da internet? Provar que sim, que é possível, é o principal desafio do Gabinete Digital.
Assista ao vivo hoje, dia 24, às 17h, o lançamento do Gabinete Digital. Participe do bate papo interativo e converse com o Governador.
Utilize #GabineteDigital nas redes sociais para interagir no lançamento.
Alguns minutos depois do término da transmissão, o video do evento será disponibilizado no site.
O ministro iraniano de Inteligência, Heydar Moslehí, anunciou que seu país teria “informação fidedigna” de que o terrorista saudita Osama bin Laden teria morrido “há muito tempo por causa de uma doença”.
Um homem disse à BBC que a pessoa que aparece no vídeo é seu vizinho, e não Bin Laden. A reportagem da BBC ouviu 50 pessoas em Abbottabad e apenas uma delas disse acreditar que o homem da foto é o terrorista
Quanto menor a transparência dos governos, maior o número de teorias da conspiração que surgirão a cada notícia envolvendo negócios e militares (principalmente se se tratar de empresas e Forças Armadas estadunidenses).
Mas uma análise factual histórica sobre a guerra no Afeganistão deixa claro qual era o objetivo número 1 da invasão. Só depois de alcançada essa meta, Bin Laden poderia morrer. Tudo isso ocorre quando tanto os dogmas do neoliberalismo quanto os do extremismo de inspiração Qutbista entram em crise.
Foi através de tortura contra presos em Guantânamo que os EUA obtiveram informações que levaram ao tal esconderijo de Bin Laden. Um força ?especial? americana invadiu o Paquistão sem nenhuma cerimônia. Não se deram ao trabalho de avisar nem ao títere governo daquele país. Helicópteros e soldados armados com modernas tecnologias de guerra entraram na tal ?mansão? de Bin Laden. Encontraram o homem (ou dizem que encontraram) desarmado. Mas meteramm uma bala na cabeça dele. E para deixar claro mesmo as suas intenções, meteram também uma bala na cabeça do filho dele, que tambem estava desarmado. Esta versão não é a de nenhum ?comunista? ou ?xiita? muçulmano. É a versão dos matadores. E a moral desta versão é clara: Os EUA são os senhores da vida e da morte de quem resolve contestá-los. Não há democracia nem direito internacional para a turma deles.