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Ditadura Militar: O assassinato de Marighella

Ditadura Militar: O assassinato de Marighella

Dia 4 de novembro foi celebrado o aniversário da morte de Carlos Marighella. Líder da ALN, Marighella foi assassinado na Alameda Casa Branca em São Paulo. Abaixo eu reproduzo um trecho do livro Olho por olho do jornalista Lucas Figueiredo. Ele comenta partes do ORVIL, livro secreto do Exército descoberto em 2007 em que a morte do guerrilheiro é descrita com detalhes.

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Pedro Lobo: militar, guerrilheiro, militar

Pedro Lobo: militar, guerrilheiro, militar

Conheça a trajetória do companheiro de organização de Dilma Rousseff que ousou enfrentar à bala os militares durante os Anos de Chumbo. A história completa você encontra no livro Pedro e os Lobos.

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Lamarca: o guerrilheiro apaixonado

Lamarca: o guerrilheiro apaixonado

As cartas escritas pelo capitão Carlos Lamarca à sua amada Iara Lavelberg dias antes das trágicas mortes de ambos, em 1971, revelam o lado passional de revolucionário implacável.

A guerrilheira Soledad Barrett Viedma

A guerrilheira  Soledad Barrett Viedma

Quem foi, quem é Soledad Barrett Viedma? Qual a sua força e drama, que a maioria dos brasileiros desconhece? De modo claro e curto, ela foi a mulher do Cabo Anselmo, que ele entregou a Fleury em 1973. Sem remorso e sem dor, o Cabo Anselmo a entregou grávida para a execução. Com mais cinco militantes contra a ditadura, no que se convencionou chamar ?O massacre da granja São Bento?. Essa execução coletiva é o ponto. No entanto, por mais eloquente, essa coisa vil não diz tudo. E tudo é, ou quase tudo.

Por que os bons morrem?

Por que os bons morrem?

Por que os bons morrem? Era essa a pergunta que ficava na minha mente de criança e de adolescente quando assisti dois filmes brasileiros: Pra Frente Brasil e Lamarca: O Capitão das Guerrilhas.

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A guerrilheira Dinaelza Santana Coqueiro, A Mariadina

A guerrilheira Dinaelza Santana Coqueiro, A Mariadina

Reproduzo hoje, trecho do livro Direito à Memória e a Verdade sobre a guerrilheira Mariadina que lutou na guerrilha do Araguaia. Além de um vídeo com o depoimento de Maria da Paz, filha de camponeses, que tinha apenas dez anos quando conviveu com ela, mas lembra com detalhes a prisão e morte da guerrilheira, que lutou até o fim.

Guerrilha no Brasil – Fusca modelo peneira

Guerrilha no Brasil – Fusca modelo peneira

Reproduzo hoje mais uma parte do livro Viagem à luta armada de Carlos Eugênio Paz: último comandante da ALN vivo. Nesse trecho ele relembra um de seus conflitos com a repressão. Através de suas memórias, podemos conhecer um pouco das histórias de luta desses brasileiros, que arriscaram suas vidas para tornar nosso país um lugar mais justo.

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Ex-guerrilheiro Celso Lungaretti resgata a sua honra

Ex-guerrilheiro Celso Lungaretti resgata a sua honra

Reproduzo hoje artigo do Jornal O Rebate que traz uma entrevista com o ex-guerrilheiro da VPR, Celso Lungaretti. Depois de ser acusado por mais de 30 anos de ter sido o traidor da guerrilha ele finalmente conseguiu provar sua inocência.

O Martírio do Guerrilheiro Eduardo Collen Leite, o Bacuri

O Martírio do Guerrilheiro Eduardo Collen Leite, o Bacuri

Bacuri (codinome Rafael) era um dos guerrilheiros mais ?façanhudos?, chegando inclusive à passar por um barreira policial abrindo caminho à bala. Foi um dos militantes que participaram do sequestro do embaixador alemão. Sua morte na tortura foi uma das mais cruéis e se tornou símbolo do terror da repressão militar. Nesse trecho do livro Viagem à Luta Armada Carlos Eugênio Paz conta como Bacuri, através de telefonemas ameaçadores para o DOICODI, conseguiu libertar sua mulher Letícia, que estava grávida. Que as novas gerações conheçam a história de Eduardo Colem Leite, o Bacuri.

Sirkis conta como entrou na Luta Armada contra a Ditadura

Sirkis conta como entrou na Luta Armada contra a Ditadura

Alfredo Sirkis pode ser considerado um homem de muita sorte. Pois, foi um dos poucos militantes das organizações de Esquerda armada que lutaram contra a ditadura que não foi ferido, torturado ou preso. Sirkis participou de um dos grupos de Esquerda mais procurados do país, a VPR, de Carlos Lamarca. Seu livro, Os Carbonários, é ótimo para quem gostaria de entender como funcionavam as organizações clandestinas daquele período. No trecho abaixo ele conta como foi sua entrada para a guerrilha; a dor ao saber da morte dos companheiros e como escapou de uma blitz da OBAN.

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