O trabalho escravo rural no Brasil é uma das peças que constituem o desenvolvimento do capitalismo de ponta no país. Divulgado na terça-feira 26, um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) traçou um perfil dos trabalhadores e empregadores desse processo. Adonia Prado, pesquisadora Grupo de Estudo e Pesquisa Trabalho Escravo Contemporâneo da Universidade Federal do Rio de Janeiro e que participou do estudo, alerta que esse tipo de trabalho, abolido em 1888, faz parte da estrutura do capitalismo avançado e da produção de commodities atuais.
Na visão de Marx, o socialismo surgiria nos países do centro do capitalismo. Com as forças produtivas mais desenvolvidas, com as classes sociais mais constituídas, a luta de classes apareceria de forma mais direta. O socialismo surgiria, dialeticamente, como a incorporação ? do desenvolvimento das forças produtivas ? e como sua negação ? a socialização dos meios de produção, no lugar da sua propriedade privada, no capitalismo, haveria a socialização da produção e dos seus produtos, ao invés da sua apropriação privada.
Sempre olhei com desconfiança o comportamento politico de meus irmãos do grande país norte. Não consigo engolir com facilidade o discurso de liberdade e democracia sempre proclamado em especial pelos politicos norte americanos. Imaginei sempre que por trás desse verniz do tão apregoado “american way of life” está um profundo desprezo ao individuo
Nos preceitos básicos dos pais do socialismo sempre houve uma frase basilar: ?De cada um de acordo com suas possibilidades, a cada um de acordo com suas necessidades?. Esta frase, mais do que qualquer outra, simboliza o socialismo utópico da minha mente e de muitos outros. Não tem nada a ver com a União Soviética, nem China, nem Cuba, tem a ver com a cidadania universal. A igualdade não existe, mas o problema é que o capitalismo proclama, dizendo que todos tem direito de ser empreendendores da mesma forma na democracia. Não tem não. Cada um é diferente. E a difereça não é a base do individualismo capitalista burges que exalta o empreendedorismo, mas sim o reconhecimento das diferenças. Por isto a frase ?de cada um de acordo com suas possibilidaes e a cada um de acordo com as suas necessidades…Extrato do Post publicado na íntegra no Blog
Desde os anos 80 nos habituamos a assistir no Brasil o programa do Chaves.
É delicioso gargalhar com situações que vimos em repetidos episódios, mas que nos surpreendemos hipnotizados, mesmo já sabendo antecipadamente o final da historinha.
E em toda América Latina ocorre o mesmo. O seriado El Chavo Del Ocho mobiliza a atenção de milhões de pessoas de todas as idades.
Mas qual seria o segredo do Chaves?
Qual o vínculo entre seus espectadores em todo o continente tornando possível que o seriado permaneça tantos anos no ar?
De uma maneira geral, o Brasil absorve pouco conteúdo artístico de seus vizinhos de língua espanhola. Mas por que mesmo sendo dublado, o programa mantém a sua originalidade?
********leia a íntegra no meu blog*********
O mundo está em crise, as razões estão diante dos nossos olhos, escancaradas. A causa recente remonta a menos de três anos atrás, quando foi declarada a falência do neoliberalismo, criminosa e tresloucada invenção pela qual em vez de produzir bens e serviços o homem passa a fabricar dinheiro.
No último artigo aventei a idéia, sustentada por minorias, de que estamos diante de uma crise sistêmica e terminal do capitalismo e não de uma crise cíclica. Dito em outras palavras: foram destroçadas as condições de sua reprodução seja por parte da devastação da natureza e dos limites alcançados de seus bens e serviços seja por parte da desorganização radical das relações sociais, dominadas pela economia de mercado com a predominância do capital financeiro.