A jornalista Ana Paula Leitão assina matéria no IG com o título “Cristovam defende escola pública, mas colocou filhas na particular” referindo-se ao fato de o senador Cristovam Buarque [PDT-DF] defender Projeto de Lei que obriga filhos de parlamentares, prefeitos e governadores a estudarem em escohttp://www.teialivre.com.br/cgi-bin/sistema/admin.cgila pública.
Trabalhei anos na prevenção a AIDS e DSTs em escolas públicas do Estado de São Paulo {{Guarulhos, Arujá, Guarujá, São Paulo, Poá, Itaquá, etc.}} e pouquíssimas vezes vi escolas realizando um trabalho tão bem construído, dando emponderamento aos alunos e tratando um assunto {{em tese}} tão polêmico, de forma tão boa.
Notem que os alunos é que falam na maior parte do tempo, com o respaldo do Colégio Bangu, da rede pública do Rio de Janeiro, trabalho de tirar o chapéu…
Muito se tem especulado sobre a tragédia ocorrido na escola MunicipalTasso da Silveira do Rio de Janeiro ontem, 8 de abril.
A imprensa está agitadíssima com pauta para mais de uma semana e assuntos mil para tentar explicar o ato bárbaro cometido contra estudantes do ensino fundamental., crianças e adolescentes entre 9 e 14 anos.
O autor do ato, Wellington Menezes de Oliveira, seria sociópata, psicopáta, evangélico fanático, portador do virus HIV, muçulmano, terrorista e outras sandices mais que apareceram nos noticiários da TV, do rádio e na internet.
Nenhuma hipótese pode ser descartada de antemão, exceto a imbecilidade de querer transformar um jovem atormentado em terrorista muçulmano, pois isso já seria uma loucura equivalente ao ato cometido por ele.
Acompanhei a repercussão da tragédia pelo Twitter e me chamou a atenção de que quase ninguém tenha se surpreendido com o fato do “sociópata ou psicopáta” ter cometido o ato bárbaro justamente na escola em que estudou durante 4 anos.
As escolas fazem parte de nossas melhores lembrança da infância, é o local do crescimento pessoal, das primeiras descobertas do mundo letrado, das amizades mais afetuosas e desinteressadas, das emoções sentidas na descoberta do primeiro amor, das doces lembranças da professora que primeiro nos conduziu para o mundo, fora da casa materna.
Se peguntarmos a qualquer pessoa o nome de sua primeira professora, ela se lembrará mesmo depois de vários anos.
Roy Bourgeois, sacerdote fundador de este observatorio, denuncia en las páginas de Telesur las practicas de la SOA: ?Es un obstáculo para los derechos humanos y las democracias, porque está demostrado que la inmensa mayoría de los dictadores y genocidas de la región [latinoamericana] estudiaron allí?.