A água é alma de toda e qualquer paisagem. É o espelho da humanidade. Ela viu a Terra antes da terra. Viu o engatinhar das civilizações. É a mesma desde que o mundo é mundo, renovando-se no ciclo intenso e natural de fazer-se vapor, nuvem, chuva, rio, para depois e sem cessar começar tudo de novo. A água conhece a história do planeta. E parte da imensidão da história da água está esmiuçada no livro Água-Conservação e Cultura, do fotógrafo Adriano Gambarini e da jornalista Laís Duarte, que será lançado pela Editora Cultura Sub, na próxima… Leia mais no Blog do Rui Zilnet: http://ruizilnet.blogspot.com
Cláudia Andujar nasceu em Neuchâtel, Suíça, em 1931. Filha de pai judeu, morou na Hungria quando criança. Em 1944, durante a ocupação alemã, seu pai e outros familiares foram mortos num dos campos de concentração nazistas. Claúdia e sua mãe conseguiram fugir para os Estados Unidos, passando uma temporada em Nova Iorque antes de desembarcar no Brasil, em 1955. A fotógrafa reside no País desde então, e hoje vive e trabalha em São Paulo.
As fotos publicadas nesta 4ª edição de direitos Humanos fazem parte do último livro de Cláudia, ?Marcados?, lançado em outubro de 2009 pela editora CosacNaify. As imagens foram feitas no início dos anos 80, quando a fotógrafa, acompanhada de agentes e médicos do Ministério da Saúde, viajou para a fronteira norte com o fim de captar as imagens dos yanomami para um registro de vacinação. Como aqueles índios não costumavam identificar-se com nome próprio, cada um foi fotografado segurando uma placa contendo um número para identificação ? era o Cadastro de Saúde Yanomami, uma ficha individual que, nos anos seguintes, foi usada para registrar a aplicação de vacinas Sabin, BCG e antitetânica. Temos aí a série Marcados, na qual Claúdia faz um diálogo entre os índios yanomami fotografados ? ?marcados para viver? – e suas memórias, de 1944, quando, aos 13 anos, teve seu encontro com aqueles que, estrela de Davi costurada à roupa, haviam sido ?marcados para morrer?: sua família, amigos e Gyuri, rapaz judeu que foi seu primeiro amor.
Twitter Mix é um encontro de pessoas para desfrutar de um mix feito de conhecimento, experiências, amizade, gastronomia, turismo, fotografia. É o virtual em forma real.
Pretende-se que ao final do encontro os participantes possam, se não responder, ao menos carregar consigo experiências e conhecimentos para responder a pergunta: podem mesmo as redes sociais transformar a realidade?
Transformando a realidade com 140 caracteres
Disse a Rute, que o Twitter Mix nasceu de um ?sonho almejado, mais que um desejo?. É, no sentido mais puro da expressão, rede: interação, compartilhamento, colaboração,cooperação, inspiração e, por que não dizer, uma conspiração tramada em 140 caracteres.