movimentos sociais, acampadas como Ocupa Rio de Ocupa Sampa, bem como a resistencia indigena em todo o Brasil estao sofrendo uma onda de ataques e criminalizacao. A ditadura do estado brasileiro controlado por corporacoes e elites agrarias tem mostrado sua força de maneira perversa nos ultimos dias. Por favor, divulguem… ou acontecerao mais mortes nos proximos dias, na cidade, no campo e na floresta…
O reino dos céus, de acordo com a tradição cristã, será dos homens de boa fé. A eles já pertencem, na sua íntegra, os conteúdos noticiosos do dispositivo midiático nativo. No momento em que a Comissão Européia prevê um forte freio na atividade econômica em 2012 e não descarta a hipótese de uma longa e profunda recessão, editoriais e os conhecidos representantes do jornalismo de mercado pregam como ?medidas de cautela contra o contágio? a mesma agenda que quase nos levou ao colapso nos oito anos do consórcio demotucano.
“Cerca de 40 jornalistas foram demitidos da Folha de São Paulo desde a quinta-feira (10), o que representa o ?enxugamento? de 10% da redação do jornal. Além das saídas das dezenas de profissionais, o diário também decidiu acabar com o caderno ?Folhateen?, voltado para o público jovem, que passa a ser uma página da ?Ilustrada?.”
Novos relatos sobre o dia a dia da acampada anticapitalista #OcupaSampa . É de se indignar com a prefeitura e o estado de São Paulo a maneira como tratam manifestantes políticos e são coniventes com os verdadeiros criminosos. Cuidam da grama do Anhangabaú, mas negligenciam o cuidado às crianças de rua.
Apesar disso, o levante continua: contra os governos (meros instrumentos do poder do Capital), contra a mídia manipuladora e por profundas mudanças sociais. (leia mais dois capítulos de puro -puto?- jornalismo gonzo-político)
Tal relato nos leva a refletir sobre o risco da função que exercem repórteres e cinegrafistas na guerra do Rio. A missão de repórteres e cinegrafistas que cobrem, in loco, a Guerra do Rio, é mais arriscada hoje do que a própria missão de correspondentes que atuam no front das guerras como a do Iraque e a do Afeganistão.
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro vê com indignação a morte de Gelson Domingos. É mais uma morte que resultou da falta de segurança em coberturas de risco no Rio de Janeiro. Para o Sindicato, este fato expõe a ?imediata necessidade de dar continuidade às ações de proteção que foram prioridade após a morte de Tim Lopes e que hoje estão sendo proteladas pelo Sindicato Patronal?