Ontem (13/11/2011) um homem reacionário conversou comigo no twitter. Ele me falou sobre Mário Korel Filho, jovem soldado que foi morto num atentado da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) ao QG do II Exército, em São Paulo, em 26/06/1968. Já conhecia essa história. Li sobre isso no livro de Alfredo Sirkis, Os Carbonários, leiam o trecho abaixo:
Cabe destacar a presença na Conferência da Dra. Lucia Camini, da Subsecretaria da Articulação Institucional e Ações Temáticas da Secretaria de Políticas para as Mulheres. Dra. Lucia, proferiu a Palestra Magna na abertura no dia 11 de novembro representando a Ministra Iriny Lopes, cuja ausência deu-se por convocação da Ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann. A convocação foi no sentido da organização da 3a Conferência Nacional.
A Dra. Lucia também apresentou em 12 de novembro a palestra “Mulheres – Poder e Autonomia Econômica”, trazendo aos presentes alguns avanços que atual presidência tem trazido para as mulheres, como o recolhimento de 5% de INSS as donas de casa inscritas no Cadastro Único, o acesso ao cadastro de micro empreendedores individuais, dentre outras políticas, voltadas para a saúde e educação.
Proféticos e visionários o grupo Lingua de Trapo cantava nos anos 80:
Coquetel Beneficente
LÍNGUA DE TRAPO
Profundamente preocupadas com o menor carente
As senhoras abastadas promoveram um coquetel beneficente
Nada a rigor, tudo simples emodesto
Vestiu-se Clodoviu, Laurent, Dior
E o tal “coq” foi um sucesso
Presente de A a Z desfilaram pelo flat da supimpa anfitriã
E por incrível que possa parecer
O problema do pivete foi lembrado en passant
E entre uma e outra contribuição tão decisiva
Tome chivas, tome chivas
Com a sensação do dever cumprido
E estando resolvido o destino da criança infeliz
Rumaram todas para um merecido descanso em Paris
No mesmo dia, sorry periferia, foram todas a Paris
Sob o silêncio sorridente de São Paulo, a patrulha de choque enfim voltou a ocupar o campus da USP.
Nostálgicos fascistas e servis ressentidos riem satisfeitos ao verem aqueles estudantes vagabundos sendo colocados em seu devido lugar: a cadeia!
Sim, porque na memória desta gente estúpida, acostumada com a chibata, quem é estudante (somente estudante) é à toa e vagabundo.
*** Leiam a íntegra no meu blog ****
Tal relato nos leva a refletir sobre o risco da função que exercem repórteres e cinegrafistas na guerra do Rio. A missão de repórteres e cinegrafistas que cobrem, in loco, a Guerra do Rio, é mais arriscada hoje do que a própria missão de correspondentes que atuam no front das guerras como a do Iraque e a do Afeganistão.
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro vê com indignação a morte de Gelson Domingos. É mais uma morte que resultou da falta de segurança em coberturas de risco no Rio de Janeiro. Para o Sindicato, este fato expõe a ?imediata necessidade de dar continuidade às ações de proteção que foram prioridade após a morte de Tim Lopes e que hoje estão sendo proteladas pelo Sindicato Patronal?
A segunda mesa do seminário Democratização da Mídia, realizado nesta quinta-feira, na Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris), em Porto Alegre, abordou o tema Regulação e Liberdade de Expressão. Para debater, formaram a mesa o os jornalistas Elton Primaz (Jornal O Sul), Beatriz Barbosa (Intervozes), o sociólogo Venício Lima, a deputada federal Luiza Erundina (PSB/SP), o ex-ministro das comunicações do governo Lula, Franklin Martins, e o desembargador e professor Eugênio Facchini Neto.