Através do movimento GOTA D?ÁGUA, vários artistas brasileiros emprestam seus prestígios para ajudar a combater uma das principais ameaças à sustentabilidade no Brasil atualmente. A construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, a obra mais polêmica do PAC, já é considerada por pesquisadores e especialistas um sinônimo de atraso e mau uso do dinheiro público.
Assista ao vídeo.
O Aproveitamento Hidrelétrico (AHE) Belo Monte tem sua origem nos Estudos de Inventário da Bacia Hidrográfica do Rio Xingu, concluídos em dezembro de 1979, que contemplavam a exploração de um grande bloco de energia com pelo menos duas usinas, uma situada próxima à cidade de Altamira e outra na Volta Grande do Xingu, constituindo o denominado Complexo Hidrelétrico (CHE) de Altamira. Essa configuração inicial criava um lago de 1.225 quilômetros quadrados, alagava boa parte da cidade de Altamira e inundava a área indígena Paquiçamba.
Em nota divulgada à imprensa, a Norte Energia reconhece a livre manifestação proporcionada pela democracia brasileira, afirmando que ?respeita as opiniões contrárias ao projeto Belo Monte, embora sejam fruto da desinformação.? Destacando que, ?é importante, nesta data, na qual se fala da defesa da Amazônia, que aqueles realmente comprometidos com o progresso do ser humano e o desenvolvimento dessa região e do Brasil possam buscar as informações fartamente disponíveis para empreender um debate qualificado sobre este projeto, de grande relevância para a região do Xingu, para o Estado do Pará e para o País.?
?É muito cômodo eu estar aqui cheio de eletricidade, com computador ligado, viajando de avião várias vezes ao ano, enquanto no Norte fica todo mundo comendo folha e caçando minhoca. Isso é deplorável – ?A conservação da pobreza é patifaria? – Por Paula Thomaz, em Carta Capital – Os recursos hídricos de que dispõe o Brasil colocam o país no centro da polêmica quando o assunto é geração de energia. Mas não é de uma hora para outra que uma hidrelétrica sai do papel. A Usina de Belo Monte, cujos debates sobre a construção começaram nos idos dos anos 1970 e duram até hoje, é um dos principais exemplos. E um dos entraves para seu andamento é o impacto social e ambiental que provocará.
?É muito cômodo eu estar aqui cheio de eletricidade, com computador ligado, viajando de avião várias vezes ao ano, enquanto no Norte fica todo mundo comendo folha e caçando minhoca. Isso é deplorável.? – ?A conservação da pobreza é patifaria? – Por Paula Thomaz, em Carta Capital. – Os recursos hídricos de que dispõe o Brasil colocam o país no centro da polêmica quando o assunto é geração de energia. Mas não é de uma hora para outra que uma hidrelétrica sai do papel. A Usina de Belo Monte, cujos debates sobre a construção começaram nos idos dos anos 1970 e duram até hoje, é um dos principais exemplos. E um dos entraves para seu andamento é o impacto social e ambiental que provocará.
Nós não as vemos trabalhar, mas a cada vez que enchemos nossos pulmões de ar deveríamos agradecer às árvores, às florestas que nos permitem viver. Nesse momento crítico de nossa história, é a floresta quem precisa de nós. No próximo dia 20 de agosto, sábado, devemos mais uma vez encher nosso peito com o abençoado oxigênio que o vento nos traz para gritar cheios de força e amor à vida: Pare Belo Monte!
Leia artigo completo no blog dos Jardineiros para Liberdade